<em>Visteon</em> pode ir para a greve
Reunidos em plenário no dia 13, os trabalhadores da fábrica de componentes electrónicos e de compressores para a indústria automóvel, Visteon, em Palmela, ameaçam convocar greves parciais. Em causa, segundo a moção aprovada por unanimidade, está a recusa da administração em negociar salários e as pressões para que cem trabalhadores aceitem rescisões por «mútuo acordo». Segundo um comunicado do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas, depois da Autoeuropa, a Visteon é a multinacional que mais apoios teve do Estado, na península de Setúbal, tendo acordado, em 2003, um contrato de investimento de 49 milhões de euros, 18 dos quais para projectos de inovação. Em contrapartida, recebeu do Estado 2,7 milhões de euros, ao abrigo do programa de incentivos à modernização da economia, e um crédito fiscal de 13 por cento do investimento. A Visteon obteve, em 2005, lucros superiores a 45 milhões de euros. Tem 90 trabalhadores temporários, para um aumento de encomendas. Só no primeiro trimestre deste ano já ultrapasso o limite anual lgal de trabalho suplementar. Não se justifica, assim, o pretendido despedimento de cem dos 1900 trabalhadores, defende o SIESI,CGTP-IN.
Na OGMAfoi convocada greve, em defesa do direito de negociação e contra chantagens e discriminações. No Hospital da CUF, um plenário inserido na luta em defesa do AE levou a que a administração chamasse a Polícia.
Para os docentes, este «será um dos piores concursos de sempre» devido à plurianualidade, às vagas negativas e a um «grave atentado à escola inclusiva», avisa a Fenprof.
O tribunal da Marinha Grande negou razão à loja Intermarché daquela cidade, no processo que intentou contra dirigentes do Sindicato do Comércio e uma ex-trabalhadora, que eram acusados por difamação e denúncia caluniosa, porque, há cerca de dois anos, distribuíram comunicados aos clientes, à porta do estabelecimento, a...
Os sindicatos da Química e Farmacêutica, num comunicado conjunto em que denunciam as pressões da Novartis para que mais trabalhadores aceitem as rescisões de contratos, interrogam-se sobre as circunstâncias em que terá sido decidido atribuir ao director-geral da filial portuguesa da multinacional, Alexander Triebnigg, a...
A CGTP-IN questionou o Governo, dia 6, num comunicado, sobre as condições existentes nas clínicas e hospitais privados, para a maternidade e o trabalho de parto, após a tutela ter anunciado pretender encerrar blocos de partos no SNS, com a justificação da falta de segurança nos partos e da falta de médicos e enfermeiros...